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Renato conversa com moradores de comunidade na Sabiaguaba: 'Prefeitura deveria garantir moradia'

O candidato a prefeito de Fortaleza Renato Roseno (PSOL) conversou, na manhã deste domingo, 11, com moradores de uma comunidade com 350 famílias na região da Sabiaguaba.

A pauta da moradia foi a tônica do bate-papo, que reuniu jovens, adultos e crianças no quintal da Associação de Moradores da Terral (AMT).

Renato destaca que uma das questões da comunidade é a garantia de moradia. Na região, são 350 famílias que moram em uma área que é Unidade de Conservação.

"A Prefeitura deveria garantir moradia e proteger a área. Mas, enquanto a prefeitura ameaça os moradores, quer garantir grande empreendimento aqui", disse Renato

Presente na reunião, com o filho de um mês, Apolo Gabriel, a ambientalista e moradora da Sabiaguaba, Helena Alves, é candidata a vereadora pelo PSOL e se emocionou ao falar da insegurança das famílias em relação à moradia.

"Se a gente for tirado daqui, para onde vão todas essas pessoas? O que me levou a me candidatar foi para ter mais força para lutar por esse objetivo para a comunidade", afirmou.

A situação da Sabiaguaba é acompanhada pelo biólogo Gabriel Aguiar, também candidato a vereador pelo PSOL e presente na roda.

A atividade contou ainda com a presença da candidata Anna Karina, que destacou a importância da candidatura de mais mulheres e lutas como por garantia de creches.

Violência

Renato destacou também o problema da violência, principalmente entre os adolescentes, que é resultado da ausência da Prefeitura nos territórios.

"Por que a violência avança nos territórios mais pobres, sobretudo com os mais jovens? Porque falta, sobretudo, atenção. Falta oportunidade. Falta chegar com projeto social. Falta educação", afirma o candidato.

Ele lembra que metade das meninas que morreram no ano passado estava fora da escola. "Se estivessem dentro da escola, poderiam estar vivos hoje".

"Quem tem filho adolescente aqui?, ele quis saber. "Todo dia, você dorme com o coração apertado enquanto o filho não chega porque tem medo de que alguma coisa aconteça. Porque a violência é muito grande".
 

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